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MENSAGEM DO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO
O Município de Londrina
Desde a instalação como Município, em 10/12/1934, há 70 anos, Londrina tem
passado por um processo de progressiva diversificação
de sua base econômica. O modelo
essencialmente agrícola, caracterizado pela
economia cafeeira, foi responsável pelo
crescimento econômico nas décadas de 1930 a
1970, quando a cidade ficou conhecida como “Capital
Mundial do Café”. Nas décadas
de 1980 a 2000, Londrina consolidou-se como
pólo de desenvolvimento regional, especificamente
nos segmentos de serviços, pesquisa tecnológica,
saúde e ensino superior, sendo que este último
dá à cidade o status de “Cidade Universitária”,
abrigando hoje, 13 instituições de ensino superior.
O desenvolvimento econômico, a expansão da área
urbana e o crescimento demográfico, aliado a
um novo contingente populacional caracterizado
por estudantes universitários incrementaram
o mercado imobiliário. O crescimento vertical
nos anos 80 registrou importantes mudanças no
perfil das áreas loteadas da cidade, inclusive
com os loteamentos de baixa densidade demográfica
e alta qualidade em planejamento e infra-estrutura,
a partir de 1995.
Cabe destacar também, o importante papel desempenhado pela indústria da
construção civil na economia local, notadamente
na década de 80, quando este segmento chegou
a registrar um crescimento de 8 a 10% ao ano,
enquanto que, a nível nacional, esse mesmo setor
crescia a 4% ao ano.
Consta do Caderno Setorial - Construção e Mercado Imobiliário, publicado
pela Companhia de Desenvolvimento de Londrina
– CODEL (2004) a seguinte afirmação: “... a
área urbana de Londrina se expandiu em todas
as direções e hoje atinge as divisas dos municípios
vizinhos de Cambé e Ibiporã (...), mas nem só
em direção ao extremo sul cresce a cidade de
Londrina (...) as regiões Leste e Norte, juntas
detém atualmente mais de 80% da produção de
novos lotes”.
O Produto Interno Bruto - PIB do Município, registrou um crescimento de
25% no período de 1999 a 2002, considerando-se
R$ 2,85 bilhões em 1999 e R$ 3,5 bilhões em
2002, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. A participação
da agropecuária no PIB do Município em 2000
foi de aproximadamente 3%, a indústria, 40%
e o setor de serviços, 57%, respectivamente
(Perfil de Londrina, 2004).
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Produto Interno Bruto a Preço de Mercado e Per Capita
Região Metropolitana de Londrina |
|
|
1999 |
2000 |
2001 |
2002 |
|
|
(1000 R$) |
Per Capita (R$) |
(1000 R$) |
Per Capita (R$) |
(1000 R$) |
Per Capita (R$) |
(1000 R$) |
Per Capita (R$) |
|
Londrina |
2.855.189 |
6.430 |
3.063.082 |
6.787 |
3.236.672 |
7.058 |
3.552.518 |
7.624 |
|
Cambe |
638.178 |
7.291 |
578.481 |
6.492 |
628.575 |
6.930 |
760.973 |
8.244 |
|
Rolândia |
363.463 |
7.410 |
364.560 |
7.303 |
383.979 |
7.559 |
459.650 |
8.893 |
|
Ibiporã |
188.162 |
4.498 |
190.414 |
4.470 |
202.332 |
4.665 |
253.141 |
5.733 |
|
Sertanópolis |
110.785 |
7.333 |
107.639 |
7.081 |
130.121 |
8.506 |
158.586 |
10.302 |
|
BelaVista do Paraíso |
65.346 |
4.347 |
60.207 |
4.007 |
66.003 |
4.395 |
83.441 |
5.558 |
|
Jataizinho |
37.799 |
3.349 |
42.486 |
3.732 |
44.815 |
3.902 |
54.400 |
4.696 |
|
Tamarana |
36.228 |
3.745 |
41.147 |
4.212 |
44.963 |
4.557 |
55.574 |
5.576 |
Fonte:IBGE
– Produto Interno Bruto dos Municípios – 1999-2002.
Londrina ocupa 57ª posição no ranking nacional e encontra-se entre
1% dos municípios mais ricos do país. No Paraná,
ocupa a 5ª posição, com participação relativa
de 4,4 no PIB do Paraná.
|
Produto Interno Bruto – 2002
Paraná – Participação Relativa dos Cinco Principais
Municípios |
|
|
(1000 R$) |
Part. Relativa %
PIB Paraná |
|
Curitiba |
14.002.817 |
17,2 |
|
Araucária |
4.607.689 |
5,7 |
|
São José
dos Pinhais |
4.588.296 |
5,6 |
|
Foz do Iguaçu |
3.748.625 |
4,6 |
|
Londrina |
3.552.518 |
4,4 |
Fonte:IBGE – Produto Interno Bruto dos Municípios
– 1999-2002.
O Índice de Desenvolvimento Humano do Município de Londrina no período compreendido
entre 1991 e 2000, cresceu 7,57%, passando de
0,766 em 1991 para 0,824 em 2000. Segundo a
classificação do PNUD – Plano das Nações Unidas
para o Desenvolvimento, Londrina está entre
as regiões consideradas de alto desenvolvimento
humano (IDH-M maior que 0,8).
É importante observar que, para se aferir o nível de desenvolvimento humano,
são utilizados alguns indicadores como educação,
longevidade e renda. (Atlas de Desenvolvimento
Humano no Brasil – 2003). Para avaliar a dimensão
educação, são considerados a taxa de alfabetização
de pessoas com mais de 15 anos de idade e a
taxa bruta de freqüência escolar; com relação
a longevidade, considera-se a esperança de vida
ao nascer, sendo assim, este indicador reflete
as condições de saúde e salubridade do Município,
pois quanto maior o número de mortes nas faixas
etárias precoces, menor será a expectativa de
vida local; a dimensão renda é avaliada pelo
critério da renda municipal per capita, ou seja,
a renda média de cada residente no Município.
No caso de Londrina, a dimensão que mais contribuiu para esse crescimento
foi a Educação, o IDH-E variou de 0,831 em 1991
para 0,910 em 2000, seguida pela Longevidade,
o IDH-L variou de 0,725 para 0,773 e pela Renda,
com variação do IDH-R de 0,741 para 0,789.
Em relação aos municípios brasileiros, Londrina obteve melhor desempenho,
deixando a 48ª posição, e assumindo a 45ª posição
no ranking nacional em 2000. Todavia,
em relação aos municípios do Paraná, Londrina
que ocupava a 2º posição, em termos de desenvolvimento
humano, passou a ocupar a 10ª posição. Sendo
assim, nove Municípios: Curitiba (0,856), Quatro
Pontes (0,850), Pato Branco (0,849), Entre Rios
do Oeste (0,847), Maripá (0,845), Maringá (0,841),
Palotina (0,832), Marechal Cândido Rondon (0,829)
e Toledo (0,827) estão em situação melhor que
Londrina em relação ao IDH, e 389 municípios
em situação igual ou pior a Londrina.
Vale dizer que, uma vez mantida a taxa de crescimento do IDH, Londrina levaria
13 anos para alcançar o Município de São Caetano
do Sul (SP) com o melhor IDH-M do Brasil (0,919),
e 4,5 anos para alcançar Curitiba, com melhor
IDH-M do Estado (0,856).
|
ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO MUNICIPAL – LONDRINA |
|
|
IDHM-L
Longevidade |
IDHM-E
Educação |
IDHM-R
Renda |
IDHM |
Ranking Paraná |
Ranking
Nacional |
|
1991 |
0,725 |
0,831 |
0,741 |
0,766 |
2º |
48º |
|
2000 |
0,773 |
0,910 |
0,789 |
0,824 |
10º |
45º |
Fonte:
Perfil do Município de Londrina - 2004 (Ano
Base 2003) – PML/SEPLAN/DP/GPI.
Por ter sido tão rápido
e intenso o crescimento de Londrina, também o
acompanharam os problemas típicos dos grandes
centros urbanos. Os níveis de concentração de
renda são retratados pelo número expressivo de
pessoas vivendo em situação de pobreza em assentamentos,
ocupações e favelas, localizadas nas áreas periféricas
do Município.
Os dados do Diagnóstico Social e Econômico do IPARDES-2003 indicam que o
número de famílias, segundo a classe de renda
familiar per capita, corresponde a 34.874, o que equivale a aproximadamente
140.000 pessoas, indicando que 29,78% do número
total de pessoas que residem no Município possuem
renda per capita inferior
a 1/2 salário mínimo ou não possuem renda alguma.
Com relação às condições habitacionais, os indicadores também apresentam
dados bastante expressivos, que evidenciam a
situação de exclusão a que estão expostas as
pessoas pobres do Município. De acordo com dados
do Perfil de Londrina 2003 existem 24 assentamentos
aptos a serem regularizados, nos quais residem
2.939 famílias, perfazendo um total de 14.695
pessoas. Assentamentos e favelas urbanizadas
somam um total de 10 áreas regularizadas, onde
se encontram 3.898 famílias, o que corresponde
a 19.440 pessoas. Existem ainda, 07 ocupações
irregulares em áreas particulares onde residem
1.024 famílias, num total de 5.120 pessoas,
e, por fim, há 23 ocupações irregulares, nas
quais residem 1.572 famílias, o que equivale
um total de 7.860 pessoas.
Tais dados indicam que as famílias pobres do Município se encontram em situação
de vulnerabilidade social, considerada na sua
forma multidimensional, ou seja, além da ausência
de renda, as pessoas ou grupos nestas condições
encontram-se em situação de fragilidade pessoal
e social, considerando o não acesso a bens e
serviços, a privação de capacidades: qualificação,
leitura escrita, saúde; exposição a riscos sociais:
violência, conseqüências do tráfico, exposição
à exploração sexual, trabalho infanto-juvenil,
aliciamento, abandono, fragilidade de vínculos
familiares; não acesso a lazer, cultura, trabalho,
saúde, educação, habitação e infra-estrutura
urbana.
À tarefa do poder público, de dar conta de providenciar a infra-estrutura
material necessária à vida digna dos cidadãos,
soma-se a necessidade de compreender a complexidade
do emaranhado urbano que se formou nas últimas
décadas em Londrina, cidade pólo de uma Região
Metropolitana, de entender os problemas e a
demanda sócio-econômica do Município na sua
totalidade, a fim de subsidiar a formulação
de propostas e projetos voltados à efetiva realização
dos direitos de cidadania da população londrinense,
objetivo maior do poder público.
O Plano Plurianual 2006 – 2009
Ø
Diretrizes Estratégicas
- Macroobjetivos
Em Londrina, o governo municipal, no papel de agente indutor do desenvolvimento
econômico sustentável, tem buscado trilhar no
presente o caminho necessário a um futuro seguro
e promissor para seus munícipes, permitindo
que os londrinenses possam usufruir da plena
cidadania política e social. As ações propostas
no Plano Plurianual serão levadas a efeito,
mediante a implementação de políticas públicas
integradas, construídas a partir de um modelo
que privilegia a qualidade de vida do cidadão
londrinense e das gerações seguintes.
A viabilização deste Plano de Governo dar-se-á mediante parcerias com o
Governo Federal, com o Governo Estadual, com
a iniciativa privada e com as organizações não-governamentais.
No cenário atual, o grande desafio que se apresenta é a construção de uma
Londrina moderna, bem posicionada no contexto
nacional e internacional, com capacidade de
assegurar as condições para o desenvolvimento
sustentável, a igualdade social e regional,
pautada pelos valores da Ética, da Democracia,
da Eqüidade, da Qualidade e da Sustentabilidade.
A participação dos cidadãos é fundamental na formulação de políticas, programas
e projetos. Um Governo Democrático busca a opinião
desses e estimula a sociedade a administrar
seus próprios assuntos. A gestão pública compartilhada
com a sociedade encontra respaldo nos princípios
ético e administrativo. Ético, porque permite
o controle da sociedade sobre as ações do poder
público e administrativo, porque quando sociedade
e governo compartilham decisões, sem que o último
abra mão de suas responsabilidades, passa a
existir comprometimento e reciprocidade entre
o gestor público e a sociedade, portanto, as
chances de acerto são bem maiores, o que contribuirá
para o fortalecimento do pleno exercício de
cidadania e inclusão social.
Grande é o número de excluídos, a população excluída fica fora de todos
os sistemas: fora do sistema da previdência
social, fora do sistema político, fora do mercado
formal de trabalho e fora do sistema de arrecadação
municipal. Afirma com propriedade, a professora
Alice Mouzinho Barbosa “o desconhecimento e a desinformação, geram
minorações na capacidade social e democrática,
levando a uma cidadania mitigada, onde os direitos
não são reclamados ou o são parcialmente”. Cabe
à Administração Pública disponibilizar informações
ao cidadão, a população deve ser convocada a
conhecer, propor e decidir sobre os problemas
da sua cidade.O futuro é moldado no presente.
O conhecimento e a disseminação da informação
sobre a realidade sócio-econômica municipal
são instrumentos imprescindíveis a um desenvolvimento
saudável e sustentável.
A participação da comunidade é um exemplo da eficácia do envolvimento dos
cidadãos nos projetos de desenvolvimento, portanto,
para a elaboração do PPA, esforços foram envidados
no sentido de promover a participação popular,
que contou com o envio de sugestões e opiniões
através do “PPA Participativo” pela Internet,
reuniões e divulgações realizadas junto à comunidade,
em escolas, reuniões de conselhos, além de seminários
com Secretários Municipais.
A participação popular e o programa de governo validado pela população,
por ocasião da reeleição, constituíram-se em
pontos basilares na orientação estratégica de
governo para os próximos quatro anos. Desta
forma, foram definidas diretrizes que nortearão
as ações do governo no quadriênio 2006 - 2009,
compreendendo:
Ø
a modernização e eficiência administrativa;
Ø
a promoção da participação popular; e
Ø
o desenvolvimento sócio-econômico sustentável.
As três grandes linhas de ação, evidenciadas no Plano de Governo, tem como
prioridades: a criança, a inclusão social
e a qualidade de vida, e serão levadas a
efeito mediante a implementação de políticas
públicas integradas.
Ø
Estrutura e Metodologia
A elaboração do PPA 2006 – 2009 seguiu metodologicamente as
orientações emanadas, principalmente na Portaria
nº 42, de 14 de abril de 1999, do Ministério
do Planejamento, Orçamento e Gestão, que introduziu
novos conceitos e reordenamentos,
visando:
-
organizar em Programas todas as ações do Governo
Municipal, de sorte que resultem em bens ou
serviços para o atendimento de demandas da sociedade;
-
assegurar que os Programas estejam alinhados
com a orientação estratégica do Plano de Governo
e compatíveis com a previsão de disponibilidade
de recursos;
-
proporcionar a alocação de recursos nos Orçamentos
Anuais de modo compatível com os objetivos e
diretrizes do Plano e com o desempenho obtido
na execução dos Programas;
-
melhorar o desempenho gerencial da Administração
Pública, tendo como elemento básico a definição
de responsabilidade por custos e resultados;
-
estimular as parcerias internas com o Governo
Municipal e externas – Federação, Estado e iniciativa
privada – para diversificar fontes de recursos
e ampliar seus resultados;
-
permitir a avaliação do desempenho dos Programas
em relação aos objetivos e metas especificados
no Plano;
-
criar condições para a melhoria contínua e mensurável
da qualidade e produtividade dos serviços públicos;
-
oferecer elementos para as ações de controle
interno e externo, dando maior transparência
à aplicação de recursos públicos e aos resultados
obtidos.
O Plano está estruturado em 53 Programas de Governo,
os quais agregam diagnóstico, objetivos e metas.
São programas finalísticos, que resultam em
bens e serviços ofertados diretamente à sociedade,
é não finalísticos ou de gestão e apoio administrativo,
além destes, intregram o Anexo I – Programas
de Governo, os Programas “Encargos Especiais”
que abriga ações que não resultam, de forma
direta, em bens e serviços e “Reserva de Contingência”
destinado a atender passivos contingentes e
outros riscos e eventos fiscais imprevistos.
Cada Programa tem por objetivo resolver um problema
ou uma demanda social, que são os resultados
que se pretende alcançar com a realização das
ações governamentais.
Os diagnósticos e objetivos relativos a cada Programa de Governo, estão
dispostos no Anexo III – Programas de Governo,
Diagnóstico e Objetivos, por Poderes e respectivos
órgãos: Poder Legislativo – Câmara Municipal
de Londrina e Poder Executivo – Administração
Direta e Indireta.
As metas correspondentes a cada Programa de Governo
/ Órgão, estão apresentadas no Anexo IV – Metas
e Prioridades da Administração Municipal, quantificadas
fisicamente e monetariamente, sendo as ações
dispostas por região, por ano e, totalizadas
no quadriênio 2006 - 2009.
A elaboração dos Programas, respectivos diagnósticos e objetivos, foi executada
por cada Órgão, seguindo orientações e princípios
preestabelecidos.
Este ordenamento tem por finalidade melhorar os resultados da Administração
e dar maior transparência à aplicação dos recursos
públicos.
Todas as ações serão acompanhadas e avaliadas periodicamente, com base em
indicadores e quantitativos estabelecidos para
as mesmas.
O sucesso do Plano reside na manutenção do equilíbrio das contas públicas,
alicerce para garantir a implementação do objetivo
maior que é a satisfação do cidadão. Busca-se
o equilíbrio, para gerar os recursos necessários
à realização dos investimentos públicos. Buscar-se-á
ainda, a redução das despesas de manutenção,
permitindo o redirecionamento de parte dos recursos,
hoje comprometidos com o seu dispêndio para
serem aplicados em investimentos, sobretudo
na área social.
Ø
Fontes de Financiamento do Plano Plurianual
O dispêndio previsto para o quadriênio 2006 - 2009, é da ordem de R$ 1.063.860.000 (um bilhão, sessenta e três
milhões, oitocentos e sessenta mil reais) .
O gráfico a seguir demonstra a previsão do dispêndio
anual.
As ações propostas no Plano Plurianual referem-se às despesas de capital
e outras delas decorrentes e as relativas aos
programas de duração continuada.
Os recursos para o financiamento do Plano foram estimados com base na evolução
da receita do Município, considerando-se o período
de 2002 a 2005, e a tendência para os próximos
quatro anos, utilizando-se dados e previsão
da Secretaria Municipal de Fazenda.
Dos recursos necessários para o financiamento do Plano Plurianual, 11,28%
serão oriundos de recursos do Município; 36,76
% da União, 17,50% do Estado, 13,16% de Operações
de Crédito, 16,54% Investimentos das Empresas
Públicas e de Economia Mista do Município, e
4,76% de parcerias.
|
Recursos |
Período 2006 - 2009 |
|
R$ |
Composição % |
|
Recursos
do Município |
120.000.000 |
11,28 |
|
Recursos
da União |
391.109.000 |
36,76 |
|
Recursos
do Estado |
186.108.000 |
17,50 |
|
Recursos
de Operação de Crédito |
140.000.000 |
13,16 |
|
Investimentos
de Empresas Públicas |
175.985.000 |
16,54 |
|
Parcerias |
50.658 |
4,76 |
|
Total |
1.063.860.000 |
100,00 |
Sérgio
Plínio
SECRETÁRIO MUNICIPAL
DE PLANEJAMENTO
|